Apontamento breve.
"Quase 330 morreram à espera de cirurgia cardíaca. Ministério quer privado na rede de referenciação. Entre 2021 e 2025, morreram 328 doentes enquanto aguardavam por cirurgia cardíaca" _Público_23.04.2026
1. O Governo corta nos meios humanos, técnicos e financeiros do SNS;
2. Este Governo não assume as responsabilidades políticas por esta realidade criminosa de doentes terem morrido por falta de cirurgias?;
3. A pretexto desta situação grave provocada pelas políticas de direita o Governo quer entregar mais uma fatia dos serviços essenciais de saúde aos privados;
4. O Governo de direita com o apoio dos queques da motosserra e dos fascistas pretende transformar a saúde não num direito mas num negócio para alguns.
4. A iniciativa nacional do PCP promovida esta terça-feira em defesa do SNS foi oportuna e pertinente.
O caminho é interromper estas políticas ultraliberais de destruição do SNS.
Nota breve..
O "Público" de hoje dedica página inteira (pág. 22) ao pacote antilaboral a que este órgão informativo do capital designa pomposamente como *negociações para a reforma laboral". No entanto, nenhuma linha sobre as declarações da CGTP/IN.
1. Não são negociações, mas uma farsa que visa impor agenda ideológica do governo e do patronato contra os trabalhadores;
2. Não se trata de uma reforma laboral! Trata-se de uma agenda de ataque ao direito de trabalho como instrumento legal de regulação e defesa da parte mais fraca, o trabalhador, e, da consagração legal da precariedade, caducidade da contratação coletiva e restrições à negociação, limitação da liberdade e democracia sindical, despedimentos ilícitos, desregulação dos horários de trabalho e baixos salários.
3. O silenciamento inadmissível da CGTP/IN não apaga o seu papel central e aglutinador na luta contra o ataque monstruoso aos direitos laborais conduzido pela Ministra dos patrões do governo de direita apoiado pelos queques ultraliberais e pelos fascistas com assento parlamentar.
A luta continua até à derrota do Pacote antilaboral.
Maia,23.04.2026
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