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Há famìlias...E famìlias

Há aquelas que promovem a imagem mas esquecem a substancia. Há aquelas que dizem praticar determinados actos e no seu quotidiano comportam-se de forma diversa. Há aquelas que "vendem" um produto aparentemente bom mas podre e oco por dentro. Há aquelas que a vida sorri mas se esquecem dos outros que os rodeiam e que lhes dão a força para sorrir. Há aquelas que são donas de empresas e que alimentam o património e enriquecem à custa da pratica de baixos salários , do aumento e desregulação de horários de trabalho, incumprimento das normas de protecção na parentalidade e através da tentativa de redução de salários e direitos. Há famílias ...e famílias . Tudo isto a propósito da opinião do Director da Visão Pedro Camacho sobre Alexandre Soares dos Santos, o patrão da Jerónimo Martins e a criação de uma Fundação que apenas será pretexto para esconder uma dura e cruel realidade nos locais de trabalho das empresas do Grupo. O patrão dos baixos sa...

OS TRANSPORTES PÚBLICOS NO PORTO

O sistema intermodal de transportes visa servir os interesses e assegurar um adequada mobilidade dos clientes. Acontece, que as redes e horários dos transportes nem sempre estão devidamente articuladas entre si (STCP, METRO e CP). Há um conjunto crescente de clientes que é obrigado a utilizar dois ou mais sistemas de transporte ou até o mesmo sistema, mas linhas diferentes na sua deslocação da residência para o local de trabalho e vice -versa. Todavia, o sistema articulado de horários não funciona com prejuízos para os clientes que perdem muitos minutos na mudança de transporte e nas paragens. A insatisfação é evidenciada nos casos em que as redes não tem uma adequada organização de horários agravada com a falta de gestão articulada de horários que conjugue os vários sistemas de transporte e sua utilização. Há ainda a relevar que nas horas de maior tráfego e de deslocação e regresso das escolas e locais de trabalho a quantidade de carreiras é insuficiente...
´S Só a regionalização tem a propensão para a desconcentração e descentralização visando três perspectivas: Atenuação das disparidades e condições de vida das populações fixadas num dado espaço; Melhoria da eficácia e eficiência da máquina administrativa que lhes presta serviço; Participação dos cidadãos com o objectivo de assegurar a distribuição justa do crescimento do produto regional e a promoção dos níveis de bem estar material, social e cultural adequados. Os órgãos regionais são poderes democráticos assentes e intimamente ligados à vontade e confluência de interesses da população. É inestimável que não será a regionalização o factor de abalo nacional, mas sim as disparidades e assimetrias., mas antes um factor fundamental de reforço da coesão nacional. A regionalização será um caminho para o desenvolvimento, aproximação dos cidadãos ao poder e a conjugação dos interesses próximos. Em síntese será a expressão de solidariedade que a todos une: os mais e menos ...

REGIONALIZAÇÃO...

PARTE 2 A regionalização é uma condição da democracia territorial e não implica gastos adicionais. A concentração e burocratização dos serviços essenciais, por exemplo, é que tem provocado custos elevados para o País, tem alimentado as assimetrias regionais e mantido os cidadãos distantes, descrentes e penalizados por uma sistema centralizado. É evidente que a regionalização tem como pressuposto o desenvolvimento e esse beneficia a cidadania. A desconcentração e a descentralização têm por objectivo aproximar as populações das decisões que a elas interessam. As regiões passarão a ter a possibilidade de realizar autonomamente investimentos e outras acções de âmbito regional, tomar decisões sobre assuntos e problemas específicos da região e participarem em decisões centrais do seu interesse. Os poderes regionais terão de assentar na vontade dos cidadãos, tendo em consideração as suas necessidades e o desenvolvimento da região. Os anti regionalistas não co...

REGIONALIZAÇAO...UMA NECESSIDADE...UMA PERSPECTIVA...!

PARTE 1 A Sociedade Portuguesa caracteriza-se pela coesão e unidade nacional, na qual os factores linguísticos , culturais e políticos não são significativamente diferenciados. Há uma identidade Portuguesa muito própria. Noutros Países é o Federalismo que vigora e noutros a regionalização assenta em profundas diferenças linguísticas e culturais. Portanto, a regionalização em Portugal não está directamente relacionada com aqueles factores, mas essencialmente com aspectos de valorização dos recursos internos numa visão de desenvolvimento. Há um acentuado binómio entre regionalização e desenvolvimento. A regionalização em Portugal é um modo de reforçar o poder local através de uma descentralização administrativa e politica assente no respeito pela diversidade estrutural do território . O nosso País caracteriza-se por uma escassa descentralização dos recursos e por uma distancia e até desiquilibrios nesse distanciamento de região para região, de município...

TABU PRESIDENCIAL

O texto que o JN não publicou nas paginas do leitor As minhas férias como as de muitos portugueses foram perturbadas por mais um tabu daquele que é hoje o Presidente da República e se revê nas politicas essenciais da actual maioria que governa o País. A montanha pariu um rato e na falta de melhor, não falou dos problemas que afligem os portugueses, mas do que preocupa o seu ego: - a perda presumida de poderes. Sou daqueles que estou atento e intervenho politicamente, mas senti que as minhas férias foram "ameaçadas"por uma sentida melancolia presidencial:- se não posso criticar o rumo politico do País nada melhor que matéria administrativa regional para justificar que existo". A actual situação económica, o aumento da pobreza e exclusão social, o desemprego, entre outros assuntos relevantes não mereceram uma palavra do Sr. Presidente da Republica, Sou daqueles que não esperava nada de substantivo porque o passado como Primeiro-Ministro do actual Presidente da Republica ta...

O aumento dos combustíveis...!

O País assiste atónico ao aumento galopante dos Combustíveis...A vida está cada vez mais difícil para o comum dos portugueses. Deitamos -nos a fazer contas à vida e acordamos a tratar do mesmo! O capitalismo faliu como solução para a sociedade, mas ainda respira e comanda o quotidiano dos portugueses...A indignação é importante mas não chega. É preciso lutar por alternativas politicas que permitam outro rumo para Portugal. Temos de dizer basta a políticos que dizem uma "coisa" e praticam outra...É indispensável que o descontentamento seja a expressão do querer por uma mudança. Só a esquerda consequente tem propostas e poderá mudar o rumo deste País. Há que lutar pela alternativa contra a alternância que muda de figurantes e figurões para que tudo fique na mesma. Aqui fica o meu registo de hoje.