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A MAIA MERECE MELHOR...!

No dia 16.05.09 tive oportunidade de estar na apresentação da candidatura à Assembleia de Freguesia da Maia da força politica pela qual sou candidato à Câmara. Foi num clima em que se respirava fraternidade e vontade de entrelaçar forças pelos objectivos pretendidos. Tive a presença dos meus irmãos e de muitos amigos que alentam o nosso querer e nos dão força para continuar. Estavam sentidos genuínos, homens e mulheres de espírito aberto. Há muito de belo e bonito no acto em que não houve lógicas de casino ou procedimentos rasteiros. Reencontrei amigos e camaradas com quem já não convivia há muito tempo... Foi algo que o marcou dia...Irmãos, amigos e camaradas apenas com um só sentido: -juntar fraternalmente forças, quereres e vontades para ganhar...Foi a humildade renovada que marcou presença...Não estavam os espíritos fechados e perdidos nas velharias do tempo...Não houve bafio mas frescura...Ainda deu tempo para um "salto" à Feira das Oportunidades num clima húmido e chuvo...

As autarquicas 2009

Num ano de três processos eleitorais a exigência politica para quem tem uma intensa actividade militante será uma constante. Fui confrontado com uma proposta do meu Partido de ser candidato à Câmara Municipal da Maia. Aceitei humildemente este aliciente mas complexo e exigente desafio. As nossas ideias e o nosso projecto de esquerda facilitaram a decisão. Será uma luta desigual nos meios técnicos e financeiros disponiveis , mas acredito nos homens e mulheres que dão corpo a este imenso colectivo. Só com espírito militante, o apoio de muitos e muitos maiatos anónimos, o empenho diário e solidário dos meus camaradas podemos alcançar o objectivo. Nem tudo são flores mas os espinhos do processo fortalecem as nossas convicções e corporizam a vontade de vencer...Neste dia em que a chuva e o sol se misturou lá dei uma perninha com outros camaradas em duas reuniões de trabalho...Amanha retomarei o tema...A vida é uma luta constante, mas a transformação da sociedade dá a essa luta...

Há famìlias...E famìlias

Há aquelas que promovem a imagem mas esquecem a substancia. Há aquelas que dizem praticar determinados actos e no seu quotidiano comportam-se de forma diversa. Há aquelas que "vendem" um produto aparentemente bom mas podre e oco por dentro. Há aquelas que a vida sorri mas se esquecem dos outros que os rodeiam e que lhes dão a força para sorrir. Há aquelas que são donas de empresas e que alimentam o património e enriquecem à custa da pratica de baixos salários , do aumento e desregulação de horários de trabalho, incumprimento das normas de protecção na parentalidade e através da tentativa de redução de salários e direitos. Há famílias ...e famílias . Tudo isto a propósito da opinião do Director da Visão Pedro Camacho sobre Alexandre Soares dos Santos, o patrão da Jerónimo Martins e a criação de uma Fundação que apenas será pretexto para esconder uma dura e cruel realidade nos locais de trabalho das empresas do Grupo. O patrão dos baixos sa...

OS TRANSPORTES PÚBLICOS NO PORTO

O sistema intermodal de transportes visa servir os interesses e assegurar um adequada mobilidade dos clientes. Acontece, que as redes e horários dos transportes nem sempre estão devidamente articuladas entre si (STCP, METRO e CP). Há um conjunto crescente de clientes que é obrigado a utilizar dois ou mais sistemas de transporte ou até o mesmo sistema, mas linhas diferentes na sua deslocação da residência para o local de trabalho e vice -versa. Todavia, o sistema articulado de horários não funciona com prejuízos para os clientes que perdem muitos minutos na mudança de transporte e nas paragens. A insatisfação é evidenciada nos casos em que as redes não tem uma adequada organização de horários agravada com a falta de gestão articulada de horários que conjugue os vários sistemas de transporte e sua utilização. Há ainda a relevar que nas horas de maior tráfego e de deslocação e regresso das escolas e locais de trabalho a quantidade de carreiras é insuficiente...
´S Só a regionalização tem a propensão para a desconcentração e descentralização visando três perspectivas: Atenuação das disparidades e condições de vida das populações fixadas num dado espaço; Melhoria da eficácia e eficiência da máquina administrativa que lhes presta serviço; Participação dos cidadãos com o objectivo de assegurar a distribuição justa do crescimento do produto regional e a promoção dos níveis de bem estar material, social e cultural adequados. Os órgãos regionais são poderes democráticos assentes e intimamente ligados à vontade e confluência de interesses da população. É inestimável que não será a regionalização o factor de abalo nacional, mas sim as disparidades e assimetrias., mas antes um factor fundamental de reforço da coesão nacional. A regionalização será um caminho para o desenvolvimento, aproximação dos cidadãos ao poder e a conjugação dos interesses próximos. Em síntese será a expressão de solidariedade que a todos une: os mais e menos ...

REGIONALIZAÇÃO...

PARTE 2 A regionalização é uma condição da democracia territorial e não implica gastos adicionais. A concentração e burocratização dos serviços essenciais, por exemplo, é que tem provocado custos elevados para o País, tem alimentado as assimetrias regionais e mantido os cidadãos distantes, descrentes e penalizados por uma sistema centralizado. É evidente que a regionalização tem como pressuposto o desenvolvimento e esse beneficia a cidadania. A desconcentração e a descentralização têm por objectivo aproximar as populações das decisões que a elas interessam. As regiões passarão a ter a possibilidade de realizar autonomamente investimentos e outras acções de âmbito regional, tomar decisões sobre assuntos e problemas específicos da região e participarem em decisões centrais do seu interesse. Os poderes regionais terão de assentar na vontade dos cidadãos, tendo em consideração as suas necessidades e o desenvolvimento da região. Os anti regionalistas não co...

REGIONALIZAÇAO...UMA NECESSIDADE...UMA PERSPECTIVA...!

PARTE 1 A Sociedade Portuguesa caracteriza-se pela coesão e unidade nacional, na qual os factores linguísticos , culturais e políticos não são significativamente diferenciados. Há uma identidade Portuguesa muito própria. Noutros Países é o Federalismo que vigora e noutros a regionalização assenta em profundas diferenças linguísticas e culturais. Portanto, a regionalização em Portugal não está directamente relacionada com aqueles factores, mas essencialmente com aspectos de valorização dos recursos internos numa visão de desenvolvimento. Há um acentuado binómio entre regionalização e desenvolvimento. A regionalização em Portugal é um modo de reforçar o poder local através de uma descentralização administrativa e politica assente no respeito pela diversidade estrutural do território . O nosso País caracteriza-se por uma escassa descentralização dos recursos e por uma distancia e até desiquilibrios nesse distanciamento de região para região, de município...